Julieta Capuleto x Giulietta Tolomei – PARTE 12

— Nana… Eu irei fantasiada de Capitã Jack Sparrow! Sou apaixonada nesse personagem.

— Aonde irá arrumar essa fantasia?

— No depósito de mia mamma oras, está no segundo andar. Tem todo tipo de fantasia que você imaginar.

— Vamos lá então, eu irei te arrumar lá mesmo. E irá a cavalo?

— Com certeza, e com a espada também! Eu quero ser uma pirata de verdade.

— Mas por que? Pirata…

— Pra roubar o coração da senhorita Capuleto, sua bobinha…

— Você é terrível madame! (Risos)

— Se apresse Nana, prepare a banheira para mim, ponha rosas… Eu quero venerar o perfume das rosas!

— E escrever eu suponho…

— Como sabe? (Risos)

— Seus olhos e suas mãos inquietas te entregam, me parece até o seu antepassado, o sr. Montecchio.

— Você sabia que, o meu professor… Havia dito, que eu criei uma frase igual ao do meu antepassado? O Romeu! Foi por isso o motivo de minha agressão.

— E o que você escrevera senhorita?

— Eu escrevi assim… Meu coração amou antes de agora? Essa visão rejeita tal pensamento,pois nunca tinha eu visto a verdadeira beleza antes dessa manhã.

— Senhorita Tolomei e por que então batestes nele?

— Por zombar de meu sobrenome! Fizera brincadeira quanto a isso!

— Não! Ele não mentiu… Seus pais possuem relíquias antigas de seus antepassados na biblioteca de vocês em Verona, na sessão dos Montecchio. E tem uma frase dessas de seu Romeu Montecchio…

— Nana… Você acha que está acontecendo de novo?

— A maldição das duas famílias?

— Sim… Veja, eu me apaixonei por uma Capuleto! Será que irá acontecer tudo de novo?

— Tomar cuidado é essencial, sua alma pode ser a de Romeu Montecchio, acreditas nisso? Alma antepassada?

— Acredito, eu lia muito sobre isso… Mas será que, irei morrer? Eu tenho que evitar isso! Vou evitar!

— Mas como? O nome e o sobrenome de vocês estão traçados na linha do destino, você tem que seguir o instinto e ir até o final senhorita Tolomei, agora vá tomar seu banho, irá se atrasar para festa!

— Eu não sei se devo ir… E se eu ser mesmo amaldiçoada? Eu não quero ir Nana! Não quero morrer!

Eu abracei forte a minha governanta e ela me deu colo, e confortou-me como sempre fazia…

Depois de quinze minutos chorando, eu resolvi tomar banho, e me arrumar. Com a ajuda da minha segunda mãe a Nana! Ela havia dito que eu estava belíssima, e que iria conquistar facilmente o coração da Capuleto (Risos).

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