Julieta Capuleto x Giulietta Tolomei – PARTE 22

— Giulietta… Posso te pedir uma coisa indelicada?
— O que quiser…

Enquanto ela tocava e alisava meu rosto, eu ficava quase sem fala.

— Você faria amor comigo?

— Claro que eu faria… Com muito carinho e delicadeza. Pois segurar um mundo em meus braços é muita responsabilidade.

— Ai, você me enlouquece cada dia mais… Suas palavras me derretem, como consegue manusear tão bem elas?

— Porque eu sinto as palavras correrem em minhas veias, e as veias todas são ligadas ao coração meu amor…

Julieta se afastou de mim, e pediu pra eu apenas olhá-la… Ela foi retirando seu vestido, e ficando só com suas peças íntimas, eu fiquei admirando-a, por haver mais beleza ali… Naquelas curvas que me fizeram perder o freio. E Julieta então me chamou para perto de seu corpo. Sentou na pia, e eu fui ao seu colo, pedir consolo…

— Ahhh minha Julieta… Não faça isso comigo, eu… Me vejo embrigada mais ao olhar seu corpo, do que num copo de uísque.

— Eu quero fazer… Uma loucura por você, e essa é a loucura. Eu quero perder a minha virgindade contigo.

— Isso é nobre da sua parte, mas aqui?

— O amor nada se espera, nada se explica, apenas faz!

Eu fui tirando o sutiã dela, e beijando lentamente os seios dessa musa Capuleto.

— Julieta… Seu corpo é macio como pétalas de rosa! Devo me atrever mais pra provar o néctar dessa rosa?

— Aiii! Deveis de violar agora, a minha santidade…

Desci minha cabeça, e com a boca fui tirando sua calcinha, e ela me encarava sedenta de prazer, e segurava forte aos seus seios, pra tentar se conter com tamanha excitação de sentir meu corpo tocando ao seu…

— Giulietta… Você me ama?
— Eu amo você… Por que ainda duvidas?
— Desculpa, eu estou nervosa…

Eu a beijei lentamente, e a peguei forte pela cintura, estando também sem roupas, e fomos parar no vestuário, ou melhor dizendo… Chuveiro do vestuário, a sorte é que todos já estavam em aula, então não teria ninguém nos atrapalhando, querendo entrar ao vestuário feminino.

— Você tem uma pegada… Tão marcante e gostosa! Ahhh sou tua inteiramente!

Empurrei-a na parede e a levantei, e penetrei meus dedos naquela mulher cuja puríssima imagem, iria deixar de ser uma pura mulher, para ser uma mulher que sentiu o prazer pela primeira vez….

— Está te machucando amor?
— Um pouco… Dói assim mesmo?

E quando fui olhar… Havia sangue nos meus dedos, e pensei, tirei a pureza dela, ela olhou também, e começou a chorar em meus ombros.

— Giulietta… Desculpe por isso, por favor! Desculpe!

Ela chorou, por sentir vergonha do que acontecera, e eu simplesmente a beijei com precisão, e liguei o chuveiro. E depois continuei dedilhando-a e com mais pressão e excitação….

— Você foi linda amor…. Linda!
— Ahhhhhh! Está ficando mais gostoso agora….

Julieta me olhava com ousadia… Parecia que o constrangimento havia sumido num piscar de olhos! (Risos)

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