Julieta Capuleto x Giulietta Tolomei – PARTE 27

Eu comecei a beijar os dedos da mão dela e disse…

— Se entregue pra mim… Novamente!

— Eu me entrego do jeito que for aos teus braços… Minha romeu! (Risos)

— Quero sentir sua fonte de orgasmo… Escorrer na minha boca.

— Nosssaaa! Que delícia isso, está ficando muito soltinha… (Risos).

— Eu tenho visão raio x, e se eu falei isso é porque já notei seus seios ficando durinhos aí debaixo dessa camisola transparente de seda.

— Ai amor… Então vem chupar-me! Venha chupar-me todinha…

— Ahhhhhhhh!

A sorte é que o quarto de Julieta era longe do quarto dos pais dela, pois dessa vez, tive até que usar um verbo conjugado mais forte pra descrever a intensidade desse nosso amor… “Fodemos muito”. E ela gritou dessa vez, tive que tampar diversas vezes a boca dela e rir, mas com imenso tesão de vê-la expressando e exalando prazer por eu estar ali penetrando nela de forma bruta e ao mesmo tempo delicada…

— Vou te fazer gozar como nunca antes gozou!
— Aiiiii amorrrrrrrrr!

Ela segurava forte nos lençóis, e mordia o travesseiro fortemente, pra não continuar gritando de tesão. Ficamos trocando posições, eu sentei depois na boca dela, depois ela na minha…

— Eu quero dançar pra você amor…
— Desde quando você tem talentos desse tipo?
— Desde que eu tinha 16 anos bobinha…
— E que tipo de dança é essa?
— É dança no colo… Mas aqui se chama nos EUA, Lap Dance…

Julieta me sentou na cama, e pediu pra eu ficar imersa, começou a se esfregar na minha coxa esquerda, e a rebolar gostosamente, nua.

— Nossa… Que delícia sentir você rebolando em mim! Continua…
— Caladinha! É uma música lenta, pra você sentir o toque entre dois corpos… A energia que transmitem um ao outro…

Eu só conseguia olhá-la com suas expressões que diziam “eu te amo” em forma ousada… Cada olhada dela, meu coração quase era arrancado do peito. Quanto mais ela se esfregava na minha perna, mais eu ficava molhada…

— Está lhe agradando, meu amor?

Até que eu não aguentei, e peguei forte no traseiro dela, e a virei de costas pra mim, e comecei a morder o traseiro dela, abrindo lentamente… E escorregando minha linguinha nele… Julieta se contorceu, e cravou suas unhas aos meus fios de cabelo.

— Aiii…. Desse jeito, você vai me matar de tesão antes do nosso casamento Giu.
— Caladinha! Que agora quem irá te agradar sou eu… Gostosa!

Minha língua descia e subia no traseiro dela, e depois me aprofundei mais descendo pra minha fonte divina de orgasmos… Só foi eu enfiar um dedinho, que ela jorrou aquele orgasmo múltiplo na minha cara.

— Hmmmmmmmmmmmmmmmmm! Ahhhhhh! Yeah!!

— Su putana! Che bellíssimo! Ti amo! Ti amo amore!

— Me abraça amore, estou tremendo… Ai meu corpo está em choque.

— És assim mesmo amore… Que delícia! Encantador! Melhor sexo que eu tive na minha vida!

— Então já se deitares com outras mulheres?

Percebi que isso não a agradou… E que burrice a minha, falar isso logo após a sua amada gozar (Risos). Levei um tapão na cara.

— CACHORRA!!

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