Atletas LGBT fazem história nos Jogos de Inverno em Pyeongchang

Atletas LGBT que assumem abertamente sua sexualidade entram para história nos jogos.

Adam Rippon dos Estados Unidos em sua apresentação na patinação artística durante os Jogos Olímpicos de Inverno em Pyeongchang, na Coreia do Sul – 12/02/2018 (Aris Messinis/AFP)

Catorze atletas. O número pode parecer pequeno mas é um recorde para atletas assumidamente gays nos Jogos Olímpicos de Inverno. É o dobro dos jogos de Sochi, em 2014, quando apenas sete atletas eram assumidamente homossexuais.

A lista, divulgada pelo site especializado em notícias esportivas do universo gay, Outsports, inclui atletas que falaram publicamente sobre sua orientação sexual, mas ressalta estar ciente de que hajam outros atletas que preferiram não revelar sua identidade.

Gus Kenworthy, esquiador americano que já conquistou medalha de prata, publicou em seu Twitter: “Estamos aqui. Somos gays. Acostumem-se.” Ao lado dele, Adam Rippon fez história ao ser o primeiro americano abertamente gay a ganhar medalha em uma Olimpíada de Inverno, na patinação artística.

 

Uma reportagem da CNN também ressalta a importância de iniciativas de comitês olímpicos para a representatividade LGBT, como a Pride House (“Casa do Orgulho Gay”), um espaço seguro na cidade olímpica de Vancouver, em 2010. Tais iniciativas demoraram a ecoar na voz de seus atletas.

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