#OSCAR2018: Me chame pelo seu nome

Uma casa de veraneio em uma cidadezinha do sul da Itália. Calor. Corpos à mostra. Frutas maduras.

Me chame pelo seu nome, do escritor ítalo-americano-egípcio André Aciman, é um romance curto sobre um amor de verão entre dois rapazes, mas com um enfoque um pouco diferente daquele que, em geral, é adotado nos livros do gênero: a narrativa é romântica e delicada – sem traços de violência ou discriminação.

Lucas Guadagnino sabe como ninguém filmar essas personagens cultas, ricas, bronzeadas e que discutem arte e literatura de forma quase sexy. Ele usa sua caligrafia cinematográfica de forma delicada e a favor de um romance que surge de olhares e toques. Ele deixa de lado a polêmica que poderia envolver a idade dos protagonistas para mostrar o nascimento de uma paixão intensa e passageira, mas marcante. O diálogo entre Elio e o pai e o close final no rapaz ao som de Sufjan Stevens estão entre as cenas mais belas do cinema em 2017.

Publicado pela primeira vez em 2007, Me chame pelo seu nome conta a história de Elio, um rapaz de 17 anos que, enquanto passa as férias com a família em sua casa de verão, acaba se apaixonando por Oliver, um hóspede alguns anos mais velho.

 

2 comentários sobre “#OSCAR2018: Me chame pelo seu nome

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