#ProfessoresEmGreveAM: Acabou o amor governador?

Com paralisação em quase todo o estado, Governador se cala diante as reivindicações

Protesto de professores em Manaus (Foto: Indiara Bessa/G1 AM)Os professores deflagram, em 22 de março, greve e as aulas estão suspensas desde então na rede estadual do AM. Em frente a sede do governo, em Manaus cerca de 2mil professores reivindicavam o reajuste de 30% para a categoria.

Ao todo, 435.291 estudantes de 599 escolas de 62 municípios devem ser impactados com a greve

Os professores reivindicam30% de reposição da perda salarial e mais 5% de aumento real, além do pagamento de vale alimentação e o repasse do Fundeb para a classe.

Por meio de nota, o Governo do Amazonas, afirmou que “mantém diálogo aberto com os servidores da educação desde fevereiro deste ano” e que negocia com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), entidade que considera única representante da categoria.

“No processo de negociação, o governo já concedeu aumento no auxílio-alimentação de R$ 220 para 420 aos servidores que trabalham nas unidades escolares, fim do desconto de 6% no vale-transporte e reajuste do auxílio-localidade saindo dos R$ 30 atuais para três níveis de gratificação: R$ 200 para municípios mais próximos de Manaus, R$ 500 para municípios de distância média da capital e R$ 1 mil para municípios mais distantes. Em relação à data-base, o g

overno propôs aumento de 4,57% referente ao período da atual gestão em 2017 e a criação de um “gatilho”, vinculado ao aumento da arrecadação, que permitirá o pagamento das datas-bases que não foram cumpridas pelos governos passados nos anos de 2015, 2016 e parte de 2017”, informou nota enviada à imprensa.

Em Manaus

Um grupo de professores se reuniu para protestar na frente da sede do governo, na Zona Oeste de Manaus, na manhã desta quinta-feira.

Segundo a organização do ato e a Polícia Militar (PM), cerca de dois mil profissionais da educação participaram da manifestação iniciada por volta de 8h (horário local), em Manaus.

“Hoje nós fizemos a instalação oficial da greve. Cumprimos as 72 horas conforme o trâmite legal e estamos lamentando muito a postura do governador. Então, essa greve foi instalada, e é por tempo indeterminado”, disse a coordenadora da Associação dos Professores e Pedagogos do Amazonas (Asprom Sindical), Helma Sampaio.

Interior

Além de Manaus, protestos foram registrados em Manacapuru, Itacoatiara, Parintins e Tabatinga.

Em Parintins, a 369 km de Manaus, professores se reuniram em uma praça próximo ao Centro da cidade. Eles também realizaram atos na frente de escolas durante o decorrer da semana.

Cerca de 9 mil alunos de Itacoatiara, na Região Metropolitana de Manaus, ficaram sem aulas. Ao todo, 12 escolas fecharam as portas no município. Os professores se reuniram na frente da Igreja Matiz, no Centro da cidade, para pedir reajuste salarial.

Em Envira todos os funcionários das 4 escolas da rede estadual paralisaram as atividades e em caminharam pelas ruas da cidade cobrando seus direitos.

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