Contos de Mandy – a vizinha (primeira parte)

Luiza

 

Mulher hétero,

ruiva, noiva,

educada e gentil.

Violentada e carente.

A minha mais nova vizinha

 

Quando Luiza bateu desesperadamente na minha porta àquela manhã, eu estava super atrasada; tomava café e ao mesmo tempo tentava me vestir para ir a faculdade. Foi um baita susto ouvir àquelas batidas desesperadas. Corri à porta e a abri, Luiza tinha lágrimas nos olhos e entrou sem que eu a convidasse, (eu não a conhecia tão intimamente, apenas nos falamos uma outra vez no elevador). Ela pediu que eu, por favor fechasse a porta e que a deixasse ficar escondida em meu apartamento até o outro dia. Na hora fiquei sem ação, mas resolvi lhe dar um pouco de tempo para se acalmar, deixei-a sentada no sofá e fui buscar água. Quando retornei ela estava com as mãos sobre a cabeça, nervosa. Sentei ao seu lado para tentar entender tudo o que tinha acontecido e porque teria que hospedar minha mais nova vizinha. Luiza me falara que o namorado tinha forçado uma situação que ela não queria e que ele acabou por machucá-la. Não entrei em detalhes, claro. Expliquei que ela podia ficar à vontade, que eu iria a faculdade e retornaria o mais rápido possível. Lhe chamei para mostrar o quarto foi quando percebi que ela não conseguia andar direito (o idiota do namorado deve tê-la estuprado, pensei).

Vendo a situação, resolvi ficar e cuidar dela, peguei-a pela mão e a levei até o quarto, lhe indiquei o banheiro para o banho, tirei uma tolha de rosto limpa que estava no armário, fui a cozinha e enchi o balde com gelo, com certeza Luiza estava com a boceta inflamada por conta do sexo ou até ter sido machucada de verdade, eu não sabia qual grau de violência tinha sido o sexo que ela e o namorado tinham feito.

Fiquei aguardando ela terminar o banho enquanto olhava a vida fora daquele apartamento de 40 metros quadrados. Luiza saiu enrolada na tolha vermelha, seus longos cabelos ruivos circundavam seu rosto delicado. Acredito que meu olhar tenha caído sobre ela cheio de lascívia, pois notei um leve rubor em sua face que contrastava com o azul claríssimo de seus olhos. Disse pra ela deitar que eu a ajudaria, ela ficou meio envergonhada e tímida não saiu do lugar, então expliquei-lhe que já tinha passado por coisas assim e que sabia como ajudar a aliviar suas dores e machucados. Elas aquiesceu,  deitou na cama, seu corpo inteiro travado. Pus o balde sobre o criado mudo, abri a gaveta e de lá tirei uma creme vaginal.

– preciso que relaxe Luiza, não irei fazer nada demais, ok? 

Ela concordou, abriu suas pernas e vi o quanto o sexo tinha sido violento. Ela estava com a boceta cortada, inchada e vermelha, parecia pulsar. Molhei meus dedos com a água fria e massageie devagar a boceta dela. Ela estremeceu com o toque gelado de meus dedos. Não sei se por dor, vergonha ou prazer. Juro, que não tinha um pingo de segundas ou terceiras intenções quando pensei em ajudá-la, mas naquele momento minha boca estava salivando de desejo, pensando no quão maravilhoso seria massagear àquela boceta com todo aquele gelo, com certeza ela não reclamaria.

Luiza tentava não demonstrar sua excitação ao meu toque, mas ela não conseguia fingir. Seu corpo sofria leves contrações à delicada massagem que eu me dedicava tão bem a fazer. Vez ou outra ouvia uma respiração mais forte e me peguei mordendo os lábios enquanto procurava demonstrar tranquilidade e até um pouco de profissionalismo, mas estava ficando bem difícil fingir que não estávamos excitadas com a situação. Me demorei um pouco mais massageando o seu clitóris, aplicando uma leve pressão e senti-o pulsar entre meus dedos, ofeguei. Estava muito excitada! Mas não podia forçar a barra com ela que já estava bastante machucada. Levantei o olhar e Luiza me encarava, a boca seca entreaberta, os olhos me fitando profundamente. Eu engoli em seco, retirei minha mão, peguei o tubo de creme vaginal e coloquei uma boa quantidade sobre a mão, ela imaginando o que viria pela frente respirou profundamente.

Se o leve massageio com água gelada e gelo deixou ambas excitadas, imagine quando comecei a massagear a boceta dela com meus dedos repletos de creme vaginal. Luiza não se conteve e se contorceu ao meu primeiro toque, perguntei se tinha doído, ela somente balançou a cabeça negativamente:

 –  posso continuar?

Ela sussurrou que sim. Então eu me concetrei…

continua…

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